quarta-feira, 23 de abril de 2014

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

quinta-feira, 27 de março de 2008

Violência versus indisciplina

Nos dias que correm, depois do sucedido na Escola Secundária Carolina Micaelis, convém olhar friamente para a situação e pensar, se o caso apresentado em todos os meios de comunicação terá sido um acto de violência, ou pura e simplesmente um acto de indisciplina, marcado por uma atitudes menos pensadas por parte da jovem, e apoiada isto para não dizer que terá sido manipulada pelo resto da turma.

Porém o que ressalta de um subtítulo que passou no programa da SIC no final do telejornal, que ANA BRÁS escreveu, que os «psicólogos não deixam trabalhar os professores porque arranjam desculpas para todos os comportamentos dos alunos

A afirmação foi rebatida pelo Prof. José Gameiro, que os psicólogos que existem na escolas não estão lá para se fazer uma análise psicológica e interpretativa de todos os actos que são cometidos pelos alunos. Parece, assim que a função de orientação desapareceu do vocabulário de alguns professores, pensando que aquele ou aquela sujeita que atende alunos em grupo ou individualmente no sentido de uma orientação vocacional, e que está na escola com essa função, se bem que lhe tenham sido acometidas por diversos despachos e decretos outras valências quase ao nível de diagnóstico de psicopatologia aguda.

Os SPO's existem não no sentido de psicologisar todos os assuntos, mas está lá no sentido de poder orientar os alunos.


terça-feira, 25 de março de 2008

Escola, Escola Quem és tu!

Escola deveria ser o local preferencial de aprendizagem, onde valores e padrões deveriam ser transmitidos aos alunos.

A escola não se pode nem deve transformar-se no local onde se põe os filhos de manhã e se os vai buscar ao final da tarde.

Criar turmas homogéneas de alunos «repetentes», as ditas turmas dos supletivos, sem uma planificação e uma organização própria é um risco, pois que a escola ao aceitar alunos repetentes fora da sua área geográfica, vai deparar-se logo com a resistência desses alunos a qualquer transmissão de conhecimentos que possa levar à aprendizagem.

O caso vindo a público e retratado no YouTube, publicitado em todas as televisões, tira-nos do sério, para achar que tudo não passou de uma acção intempestiva de ambas as partes, da professora e da aluna, ou da aluna e da professora. Senão vejamos; a professora em causa incomodou-se com aquele telemóvel específico, porém esqueceu-se que naquela sala de aula, existiam outros telemóveis, e que esses telemóveis estariam postos em acção para proceder à gravação de algum acontecimento extraordinário que se passasse na sala de aula.

E o facto, é que se passou e passou-se da pior forma, ou seja, a professora entrou numa dança com a aluna, no sentido de lhe tirar o telemóvel.

Fica uma questão por responder, o que terá incomodado a professora, o som, as mensagens, ou talvez o mais óbvio o telemóvel ser tecnologicamente superior ao que possui?